Jisael, o Portimoteco (JIA Elarrat)

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JIA Elarrat

Um dia teu ser clamará por mim...

No dia em que a saudade for mais forte em ti
No dia em que olhares e não me vires por aqui
No dia em que minha voz já não puderes ouvir.
Nesse mesmo dia, minha suave presença irás sentir...

Quando não mais puderes me ver
Quando mesmo o meu sorriso quiseres ter
Quando a brisa do mar te lembrar o meu viver.
Então entenderás a grandeza de um bem-querer...

No dia que olhares pra esta sala vazia
No dia que as "Saudades" só forem utopia
No dia que meus poemas virarem algaravia.
Nesse mesmo dia a tristeza será tua guia...

Se um dia por mim passares e te doer o peito
Se um dia minha presença te deixar sem jeito
Se um dia por mim chorares baixinha no teu leito.
Então perceberás que te aflorou o amor-perfeito...

Quando buscares meu rosto no meio da multidão
Quando mesmo na algazarra te vier estranha solidão
Quando meu nome balbuciares tremendo de emoção.
Então compreenderás que meu amor venceu teu medo vão...
...
Lágrimas te cobrirão a face...

E buscarás meu rosto nos teus sonhos
E saberás porque os sábados são tristes...

E ficarás louca pra me falar
E partirás louca pra me encontrar
E chorarás louca pra me amar!

Jisael, o Portimoteco!

PAIXÃO ANUNCIADA

O Amarelo do teu cabelo
É um novelo que faz sonhar.

O Mel deste teu olho
É belo abrolho vai me espetar.

O Branco da tu alma
É pura calma amansa o mar.

No Azul do teu sorriso
Perco o juízo só de pensar.

No Dourado de tua derme
Eu viro verme quero te amar.

No Vermelho de tua boca
Minh'Alma louca pra eu te beijar.

JIA Elarrat

Os Teus Encantos

Vejo teu olhar!
Parece um pulsar, ofusca a lua
Mas ao teu brilhar minh'alma jejua
Inundas meu mar de saudade tua.

Ouço tua voz!
Escuto a sós, lembro tua face
Não sou teu algoz não sou teu impasse
Pereço atroz, na dor do trespasse.

Sinto tua dor!
Um doce amor, que ousas calar
Talvez com rigor paixão ocultar
Com muito pudor queres sepultar.

Eu amo tua boca!
Na fala tão pouca, me leva a sonhar
A voz soa rouca, tu falas com o mar
Mas sei que és louca prum beijo me dar.

Te gosto altaneira!
Eu sei é besteira, amar-te assim
Sinto tonteira, espero o teu sim
Parece asneira querer-te para mim.

Vejo teu coração!
Se sente emoção por algo sublime
Parece um grilhão teu peito comprime
Mas tens afeição, amor que redime.

Ouço teu grito!
Peito contrito, pra dor sufocar
Teu ser tá aflito, não sabe escutar
O que já foi dito no sopro do mar.

Sinto tua alma!
Eu vejo a calma, a paz interior
Da mão na palma, eu sei teu valor
Olhar que acalma, carrega o calor.

Eu amo teu jeito!
Eu sou o teu leito, sabor da tua voz
E quando me deito, aperto lençóis
Mas eu não aceito, que chores por nós.
Jisael, o Portimoteco!

QUANDO O AMOR NOS AFLORA (III)


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Um dia teu ser clamará por mim...

No dia em que a saudade for mais forte em ti
No dia em que olhares e não me vires por aqui
No dia em que minha voz já não puderes ouvir.
Nesse mesmo dia, minha suave presença irás sentir...

Quando não mais puderes me ver
Quando mesmo o meu sorriso quiseres ter
Quando a brisa do mar te lembrar o meu viver.
Então entenderás a grandeza de um bem-querer...

No dia que olhares pra esta sala vazia
No dia que as "Saudades" só forem utopia
No dia que meus poemas virarem algaravia.
Nesse mesmo dia a tristeza será tua guia...

Se um dia por mim passares e te doer o peito
Se um dia minha presença te deixar sem jeito
Se um dia por mim chorares baixinha no teu leito.
Então perceberás que te aflorou o amor-perfeito...

Quando buscares meu rosto no meio da multidão
Quando mesmo na algazarra te vier estranha solidão
Quando meu nome balbuciares tremendo de emoção.
Então compreenderás que meu amor venceu teu medo vão...
...
Lágrimas te cobrirão a face...

E buscarás meu rosto nos teus sonhos
E saberás porque os sábados são tristes...

E ficarás louca pra me falar
E partirás louca pra me encontrar
E chorarás louca pra me amar!

Jisael, o Portimoteco!

PAIXÃO ANUNCIADA

O Amarelo do teu cabelo
É um novelo que faz sonhar.

O Mel deste teu olho
É belo abrolho vai me espetar.

O Branco da tu alma
É pura calma amansa o mar.

No Azul do teu sorriso
Perco o juízo só de pensar.

No Dourado de tua derme
Eu viro verme quero te amar.

No Vermelho de tua boca
Minh'Alma louca pra eu te beijar.

JIA Elarrat

Os Teus Encantos

Vejo teu olhar!
Parece um pulsar, ofusca a lua
Mas ao teu brilhar minh'alma jejua
Inundas meu mar de saudade tua.

Ouço tua voz!
Escuto a sós, lembro tua face
Não sou teu algoz não sou teu impasse
Pereço atroz, na dor do trespasse.

Sinto tua dor!
Um doce amor, que ousas calar
Talvez com rigor paixão ocultar
Com muito pudor queres sepultar.

Eu amo tua boca!
Na fala tão pouca, me leva a sonhar
A voz soa rouca, tu falas com o mar
Mas sei que és louca prum beijo me dar.

Te gosto altaneira!
Eu sei é besteira, amar-te assim
Sinto tonteira, espero o teu sim
Parece asneira querer-te para mim.

Vejo teu coração!
Se sente emoção por algo sublime
Parece um grilhão teu peito comprime
Mas tens afeição, amor que redime.

Ouço teu grito!
Peito contrito, pra dor sufocar
Teu ser tá aflito, não sabe escutar
O que já foi dito no sopro do mar.

Sinto tua alma!
Eu vejo a calma, a paz interior
Da mão na palma, eu sei teu valor
Olhar que acalma, carrega o calor.

Eu amo teu jeito!
Eu sou o teu leito, sabor da tua voz
E quando me deito, aperto lençóis
Mas eu não aceito, que chores por nós.
Jisael, o Portimoteco!

QUANDO O AMOR NOS AFLORA (III)

Um dia a brisa do meu amor
Tocará tua face e te despertará.
Ela chegará translúcida e cálida
E se moverá dócil e frágil em ti.

Tu não te aperceberás dela
Até que - tardio - tentarás desprezá-la
Mas serás envolta em uma gostosa paixão
E, aí, o meu amor te contaminará.

Saberás que ele se apoderou de ti
Quando meu rosto dominar teus sonhos
E - incompreensível - te afligirás em vão.

Lutarás contra ti mesma
Quererás fugir sem destino
Mas a força de meu amor te acalmará
E, submissa, a ele te entregarás.

O meu amor percorre as ruas, invisível
Em forma de lânguido sopro de vida
E sempre que ouvires falar o meu nome
Ele exercerá mágico encantamento em ti.

E ao cair das noites nos sábados estrelados
Tu me verás em cada corpo celeste
Teu peito se inchará de saudades minhas
E, certo como a aurora, tu me desejarás.

SUBMISSÃO

Sei-te o segredo!
Aquele medo que te acometeu
Um arremedo de amor em ti cresceu
Engano ledo, tu achaste não ser teu.

Sei-te inquieta!
Pois a seta do Cupido te feriu
Fazes dieta, a fome em ti sumiu
Eu sei vegetas, paixão te eclodiu.

Sei-te o silêncio!
O quão imenso, o tempo em tua vida
É tão intensa a dor, muda é a ferida
No chão suspensa a flor que te elucida.

Sei o que pensas!
Estás propensa, querendo me beijar
Indiferença me queres demonstrar
Mas é doença, tua sede eu vou curar.

Sei que me sondas!
Pois sinto ondas de amor batendo em mim
Às vezes rondas querendo o meu sim
Oh! me respondas me amas tanto assim?

Sei que é ternura!
É a brandura em teu olhar que fala
Pois a secura em ti por mim exala
Nessa procura do amor que não se cala.

Sei-te a ferida!
És aguerrida, tens dor de querubim
Pois nesta vida, jamais amaste assim
Embevecida, é teu o meu jardim.

Sei-te espantada!
Amedrontada, teu rosto é teu juiz
Na madrugada, vermelho é teu nariz
Enamorada, soluças, pedes bis.

Sei-te apaixonada;
Exagerada, querendo ser feliz
Tu és mimada, tua voz é que me diz
Embriagada, paixão de meretriz.
Jisael, o Portimoteco!

QUANDO O AMOR NOS AFLORA (II)

Eu Vejo teus olhos no brilho do sol
Sinto o teu toque na chuva que cai
Ouço tua voz no sopro do vento
Cheiro na brisa do mar teu perfume.
Refrão:
Teu coração é d'outro alguém
Não sabes nem sentes a dor
Sei que virás nos meus pensamentos
Me acalmarás nas noites frias.
Os sonhos me trazem teu belo sorriso
E o coração pressente teu olhar
A minha canção é assim como um beijo
Quando te vejo respiro saudades.
Refrão!
A minha paixão surgiu tolamente
Foi por alguém que eu nem conhecia
Mas como pude amar loucamente
Se teu olhar para mim nem sorria.
Refrão!
Ai, e quando vejo o outono chegando
A minha alma para pra te festejar
Mas eu sei que é outro que 'tás esperando
E fico triste querendo estar lá.
Refrão!
Teu coração já tem outro amor
Mas sei que o meu é bem maior
Porém não ouves os meus lamentos
Como saber que eu te amo.
Jisael, o Portimoteco!

O QUE MEUS OLHOS VEEM EM TI

Sei-te a saudade!
A ansiedade povoa teu pensamento
A verdade do amor, o encantamento
A tempestade diz teu segredo ao vento.

Sei-te a alegria!
Essa magia do amor que te aflorou
Nessa agonia da saudade que brotou
Buscas alforria pra tua alma que pecou.

Sei-te o desejo!
Daquele beijo que ainda não dei
Puro lampejo, fulgor do amor-rei
Quando te vejo, eu sei que já pequei.

Sei que é amor!
Aquela dor que te deixou sem jeito
Que com furor te enviou ao leito
Te machucou e te feriu no peito.

Sei que é paixão!
É a razão em ti que me rejeita
Me dizes não, mas sei que me aceitas
Choras em vão, sempre que te deitas.

Sei que me olhas!
E te demoras querendo me falar
Às vezes choras, não sabes ocultar
Pois me imploras amor no teu olhar.

Sei que me amas!
Pois vejo chamas de amor a me sondar
E se reclamas do fogo a te queimar
Eu sei, derramas tuas lágrimas no mar.

Sei que me queres!
Entre as mulheres és o olhar a mais
Por que me feres se somos tão iguais?
Quando quiseres seremos canibais.

Sei que virás!
Me pedirás do amor, só um carinho
Me exigirás um abraço apertadinho
E me amarás em belos lençóis de linho.
Jisael, o Portimoteco!

QUANDO O AMOR NOS AFLORA (I)

One day, my love's breeze
shall touch your face and wake you up.
Translucent and warm it comes
moving fragile and docile upon you.

You won't perceive it
until that, late, you'll try to dismiss it.
But wrapped in a hot passion
my love shall infect you.

You'll know that it took control
when you see my face on your dreams
and, imcomprehensible, will grieve in vain.

Fighting against yourself
wanting to flee aimlessly.
But my love's power crushed you
and, submission to him, you'll give up.

My love run the nights, invisible,
as a drowsy breath of life
And whenever you hear my name
Magic it shall peform on you.

And at nightfall, in starry saturdays,
You'll see me in each celestial body.
Your chest will inflate missing me
And, sure as the dawn, you'll want me...

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